Ligas nacionais europeias de futebol feminino se reuniram em Nyon, na Suíça, para lançar uma plataforma focada na colaboração e desenvolvimento de negócios no setor.
Através da European Leagues, associação criada em 2005 que reúne 40 ligas profissionais de futebol e associações de clubes de 34 países da Europa, 11 competições femininas criaram a Women’s European Leagues (Ligas Europeias Femininas).
Inicialmente, as ligas femininas de Bélgica, Dinamarca, Inglaterra, Espanha, Alemanha, Irlanda, Islândia, Irlanda do Norte, Noruega, Escócia e Suécia fazem parte do projeto.
O Conselho de Administração também foi anunciado. A presidente será Fiona McIntyre, diretora geral da SWPL (Escócia). Nikki Doucet, CEO da WSL Football, (Inglaterra), Beatriz Alvarez, presidente da Liga F (Espanha) e Anders Billström, presidente da Elitfotboll Dam (Suécia), completam o quarteto.
A iniciativa visa facilitar a colaboração coletiva, garantir a representação coordenada em nível continental e promover o engajamento estruturado com as principais partes interessadas.
A plataforma está aberta a ligas femininas com estrutura profissional independente ou a ligas integradas à liga profissional masculina como “membros ordinários”. Federações responsáveis por suas ligas nacionais femininas poderão ingressar na plataforma como “membros associados”.
Funções
Com o projeto, que se posiciona como “principal órgão representativo em todos os assuntos de interesse comum para as filiadas”, as ligas participantes esperam poder alinhar prioridades estratégicas para incentivar a evolução do futebol feminino.
A plataforma permitirá que compartilhem conhecimento e desenvolvam oportunidades de negócios coletivas.
Entre os papéis das Ligas Europeias Femininas, estão a defesa dos interesses dos membros em questões relacionadas com o calendário e a programação de competições, assuntos laborais e de diálogo social e o desenvolvimento do futebol de clubes internacionais e de seleções nacionais, entre vários outros.
“O papel das ligas no avanço do futebol feminino não pode ser subestimado e esta nova plataforma permitirá que as ligas trabalhem coletivamente e em colaboração com as principais partes interessadas em todo o esporte para promover o nosso objetivo comum de desenvolvimento do futebol feminino na Europa”, comentou Fiona McIntyre, presidente das Ligas Europeias Femininas.
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